A carne mal passada é a queridinha de muitas pessoas, afinal, esse ponto deixa o corte suculento e muito saboroso. Apesar disso, é comum ter dúvidas sobre o assunto, como a maneira certa de fazer, se faz mal e por aí vai.

Para solucionar todas as suas questões a respeito da carne mal passada, preparamos um conteúdo completo com as principais curiosidades e informações a respeito desse alimento. Continue conosco para aprender a fazer um corte suculento, no ponto exato e com riscos menores. Confira!
A carne mal passada é o ponto no qual o interior do pedaço fica com um tom bem avermelhado e brilhante, porém, com a parte exterior tostadinha. Normalmente, esse bife ou pedaço de carne é grelhado em fogo alto, atingindo uma temperatura interna entre 50 °C e 55 °C, por um curto intervalo de tempo, em torno de 4 a 5 minutos de cada lado.

Uma vez que essa técnica deixa o sabor do alimento em evidência, destacando a suculência do corte, é muito comum que seja feita em carnes magras e mais grossas, como o filé mignon e a picanha.
Não! Ao contrário do que muitos acham, a cor avermelhada da carne mal passada é a mioglobina, que quando assada ou cozida por um longo período se torna marrom — por esse motivo não é tão aparente na carne bem passada.

É muito comum confundir essa coloração com sangue, mas são coisas diferentes. O sangue é composto pela hemoglobina, presente no tecido sanguíneo. Por outro lado, a mioglobina está dentro das células que formam as fibras musculares e ajudam a manter o oxigênio.
É importante ressaltar que alguns cortes não possuem hemoglobina, sendo apenas a mioglobina. Alguns exemplos são: contrafilé, picanha, fraldinha e outras semelhantes.
Sua segurança deve estar sempre em primeiro lugar, e o modo no qual você prepara e armazena a carne mal passada pode colocar sua saúde em risco. O primeiro passo é comprar um alimento de alta qualidade e confiança.
Por exemplo, a linha Maturatta da Friboi possui carnes de procedência e alta qualidade. Assim, você pode ficar mais tranquilo ao fazer sua carne mal passada. Além disso, é essencial manter os cuidados durante o preparo e o armazenamento.
Para isso, o principal cuidado está ao descongelar o alimento: jamais descongele sua carne em temperatura ambiente! Apesar de agilizar o preparo, fazer isso pode acelerar a propagação de microorganismos, além de perder sabor e nutrientes. A melhor maneira de realizar esse processo é dentro da geladeira, de maneira gradual e lenta.
Além disso, também não é indicado lavar a carne, pois o líquido pode acelerar o processo de deterioração do alimento. Juntamente a isso, todos os utensílios usados durante o preparo devem estar devidamente higienizados para evitar a contaminação cruzada.
Outro aspecto importante é não utilizar a mesma tábua de corte para a carne mal passada e para vegetais ou outros alimentos. Fazer isso também aumentará as chances de uma contaminação cruzada.
Falando em outros alimentos, aproveite e confira nosso conteúdo com 5 receitas de torta de carne para testar no dia a dia. Confira!
A carne mal passada é um alimento saboroso, suculento e perfeito para as mais variadas ocasiões, como um almoço de dia das mães ou jantar especial. Contudo, é fundamental dominar a preparação do corte com precisão para evitar ultrapassar o ponto desejado e acabar deixando a carne ressecada. Para te ajudar nisso, preparamos uma série de pequenas dicas. Confira:
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